Após analisar os contratos entre o governo e as empresas, o pleno do TCE-Paraná recomendou ações práticas que podem evitar  erros nas próximas negociações relacionadas à travessia com a balsa em Guaratuba e nas concessões das rodovias pedagiadas do estado.

As medidas foram indicadas pela Terceira Inspetoria de Controle Externo (3ª ICE) da Corte, após esta promover fiscalização sobre o assunto junto ao DER. O auditor de controle externo, Djalma Riesemberg, explica a motivação do trabalho.

Entre os principais problemas encontrados em relação ao contrato do ferryboat, Djalma chama atenção para falhas nos critérios técnicos.

Sobre os contratos com as concessionárias, o auditor relata que prazos e valores devem ser especificados.

Djalma Riesemberg esclarece ainda que o papel do TCE-PR é o de fazer com que os serviços oferecidos à população sejam cumpridos.

Os motoristas não pagam pedágio no Paraná desde 27 de novembro de 2021. A manutenção do asfalto e da faixa de domínio das rodovias federais retornou ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e as rodovias estaduais estão sob responsabilidade do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR).

O novo modelo de concessão das rodovias é baseado na menor tarifa, sem limite de desconto e com a garantia de obras a partir de um seguro-usuário, que será proporcional ao desconto tarifário.

Em relação aos serviços no litoral, um novo contrato emergencial foi renovado com a empresa que opera ferryboat entre Guaratuba e Matinhos. Com isso, a empresa Internacional Marítima, operadora atual, deve prestar o serviço por mais um ano.