Profissionais de enfermagem amanheceram de braços cruzados em Curitiba e região metropolitana, nesta quarta-feira (21). A greve geral, convocada por entidades que representam a categoria, começou às 6 horas e deve continuar durante todo o dia.

A paralisação acontece após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de suspender a implantação do piso da categoria, aprovado em R$4.750,00, por 60 dias.

De acordo com a presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Curitiba (SINDESC), Isabel Cristina Gonçalves a programação tem atos em pelo menos 10 hospitais.

Com o novo Piso Nacional da Enfermagem, a Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do Paraná (Femipa) levantou que haverá um aumento de quase R$ 500 milhões por ano nos custos das instituições de Saúde do Estado.

Os trabalhos nos hospitais estão mantidos com 30% do efetivo de enfermagem, porcentagem estabelecida por Lei após o indicativo de greve. As mobilizações atingem os hospitais:

Evangélico Mackenzie
São Vicente
Santa Cruz
Cruz vermelha
Cajuru
Marcelino Champagnat
Pequeno Príncipe
Nossa Senhora das Graças
Angelina Caron
Santa Casa de Curitiba
Zilda Arns
Hospital do Trabalhador
Hospital Rocio (Campo Largo)