O soldado da Polícia Militar Dyegho Henrique Almeida da Silva matou uma mulher, que seria esposa dele, e depois tirou a própria vida.

A situação começou por volta das 17 horas desta terça-feira (13) no bairro Rebouças, em Curitiba, quando a mulher dirigia pela rua Francisco Rocha.

Imagens de câmeras de segurança mostram o policial se aproximando do veículo. Ele aponta a arma e atira várias vezes contra a motorista. Ela tenta escapar, dando a ré no carro, mas bate em outro veículo. Uma adolescente, que seria filha da mulher, e estava no banco do passageiro conseguiu fugir.

Depois dos tiros, Dyegho é abordado por policiais, que dão ordem para que ele largue a arma.

Na sequência, o atirador entra no carro, da vítima. Ele chegou a gravar um vídeo e postar em uma rede social, durante as negociações com a PM, em que diz ter um relacionamento tóxico com a vítima.

Após mais de quatro horas de negociações, o policial militar cometeu suicídio.

A informação foi confirmada pela Polícia Militar do Paraná; que emitiu uma nota, afirmando que se solidariza com os familiares das duas famílias e que “todos os procedimentos de segurança foram adotados pelas equipes policiais desde a primeira intervenção e as tratativas foram feitas de forma incessante”. A PM ainda informou que a motivação do crime está sendo apurada.

Este não é o primeiro caso deste tipo de crime, envolvendo policial.

Em julho, nas cidades de Toledo e Céu Azul, região Oeste do Paraná, um pm matou com tiros e facadas oito pessoas, seis delas eram da própria família, incluindo filhos, esposa, mãe e um irmão. Duas pessoas que circulavam pela rua também foram executadas.
À época, a PM informou que fazia o acompanhamento psicológico de agentes por meio de um programa interno.