Um levantamento realizado pela Federação Internacional de Diabetes (IDF) para o Atlas do Diabetes aponta que nos últimos 10 anos houve um aumento de 26,61% no número de pessoas diabéticas no Brasil, colocando o País na sexta posição mundial. No Paraná o tipo 2 é a versão mais prevalente, responsável por 90% dos casos, normalmente em pessoas acima dos 50 anos.

José Luis dos Santos, convive com o diabetes tipo 2 há quase 3 anos. Aprendeu a lidar com todo o tratamento a partir do diagnóstico. O primeiro sintoma que apareceu foi a perda de peso. Mas, o que mais chamou a atenção foi a alteração na visão.

Chegando ao hospital verificou que o índice de glicemia estava muito acima do normal.

A médica endocrinologista, Daniele Tokars Zaninelli, alerta para os principais sintomas e explica a diferença entre os dois tipos de diabetes.

Ela lembra que o diabetes tipo 2 é uma doença metabólica crônica.

A médica endocrinologista explica que assim como ocorre com a maioria das doenças crônicas não transmissíveis – responsáveis por 72% das mortes no Brasil – o diabetes não aparece do dia para a noite. Na maioria dos casos há predisposição genética associada ao excesso de gordura corporal, especialmente visceral ou na barriga, e ao sedentarismo.