O primeiro boletim epidemiológico da dengue que compreende o novo período sazonal da doença, que vai de agosto de deste ano até julho de 2023, registrou 107 casos da doença e nenhuma morte. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) nesta terça-feira (16).

O levantamento ainda apontou que das 1126 notificações de dengue, 752 casos estão em investigação e 267 foram descartadas. Também foram registrados 85 casos autóctones da doença.

O último período sazonal da dengue registrou 88 mortes em todo o Paraná. Os dados da Sesa ainda contabilizaram 132 mil casos de dengue de agosto de 2021 a julho de 2022.

De acordo com o boletim epidemiológico, não há registros de casos de febre chikungunya nem de zika no estado.

Para diminuir os casos da doença que podem evoluir e levar à morte é importante eliminar os criadouros do Aedes Aegypti. Entre outras orientações estão dicas de como a pessoa reconhece o mosquito transmissor da dengue, que apresenta corpo escuro, com listras brancas e tem o hábito de picar, principalmente, durante o dia.

A população também pode ajudar a combater a proliferação de criadouros, tanto em casa quanto no local de trabalho ou de estudo, ao dar a correta destinação ao lixo. Além de eliminar todos os recipientes que possam acumular água.

É importante destacar que não existe transmissão por contato direto com uma pessoa doente ou suas secreções. As pessoas também não se contaminam por meio de fontes de água, alimento ou uso de objetos pessoais de quem está infectado pela dengue. A transmissão ocorre apenas por meio da picada do mosquito infectado.