Um balanço divulgado pelo Corpo de Bombeiros no Paraná aponta que foram registrados, até o momento, 1.833 acidentes de banhistas que tiveram contato com água-viva ou caravela no litoral do estado. Os números levam em consideração o período entre 17 de dezembro de 8 de janeiro, e podem ter aumentado ao longo dos últimos dias.

Segundo a capitã do Corpo de Bombeiros, Thayane Gracielle Batista de Lima, os acidentes acontecem por conta da liberação de toxinas nocivas para a pele de quem esbarra em um desses animais. Ela disse que é necessário o banhista utilizar chinelos ao caminhar na areia e se informar com os guarda-vidas antes de ir até à água.

No caso de algum tipo de acidente, a recomendação é que o banhista procure o atendimento de um guarda-vida, e não tente limpar qualquer tipo de ferida provocada pelos animais com água doce.

A capitã informou ainda que a lesão pode durar de 30 minutos até 24 horas, dependendo da quantidade de toxina liberada e da área atingida. Ela orientou que tocar na lesão com a própria mão pode piorar a situação do ferimento.

Por: Bruno de Oliveira