A determinação de acrescentar o primeiro nome na urna eletrônica veio do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PR). A candidata a deputada estadual Flávia Francischini (União), usava apenas o sobrenome na campanha.

A justificativa para a alteração foi feita com base na estratégia da candidata em tirar proveito de ser esposa do ex-deputado estadual Fernando Francischini. A procuradoria também alegou que o sobrenome avulso pode remeter à candidatura do deputado federal Felipe Francischini, filho de Fernando.

O órgão também relembrou que, nas eleições de 2020, quando concorreu ao cargo de vereadora em Curitiba, a candidata usou o nome Flávia Francischini.

Por meio de nota, a assessoria de Flavia Francischini rebateu: “Francischini, com muita honra, é o meu sobrenome há mais de 22 anos. É o sobrenome dos nossos filhos! É uma marca de seriedade e trabalho firme! É com o esse sobrenome, que mantenho vivo o legado do Delegado Fernando Franscischini na política, sendo reconhecida por toda população paranaense como uma extensão de suas propostas. Acato a determinação judicial e não me oponho à alteração do nome de urna para Flávia Francischini, conforme já informado oficialmente à Justiça Eleitoral”.

Apesar de contestar as alegações, Flávia afirma que vai cumprir com a determinação judicial, e completa: “não me oponho à alteração no nome da urna para Flávia Francischini, conforme já informado oficialmente a Justiça Eleitoral.