Em entrevista à CBN Curitiba, na manhã desta terça-feira (16), a delegada Tathiana Guzella, da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil, disse que os depoimentos de algumas pessoas e as imagens de câmeras de segurança da Pedreira Paulo Leminski fazem a polícia descartar a possibilidade de um homicídio no caso envolvendo a morte de Phelipe Francisco Lourenço, de 25 anos.

O rapaz foi encontrado desacordado no lago da Ópera de Arame, na madrugada do último domingo (14), após uma festa universitária que aconteceu na pedreira no sábado (13).

Conforme a delegada, novas imagens mostraram o rapaz acessando áreas proibidas e que ele pode ter caído do mirante.

Ela disse ainda que os funcionários do local e o socorro médico atuaram de forma correta, tanto retirando o rapaz da água, quanto na tentativa de reanimação.

Tathiana Guzella também falou que, informalmente, o perito do Instituto de Criminalística, apontou a causa da morte o afogamento e que os ferimentos no corpo do rapaz seriam de quedas sequentes e também da retirada dele da água pelos funcionários.

Phelipe Lourenço chegou a ser encaminhado para uma Unidade de Pronto-Atendimento (UPA), no bairro Boa Vista, mas a Prefeitura de Curitiba informou que ele já chegou sem vida ao local.

A Polícia Civil deve ouvir, ainda nesta terça-feira, os amigos de Phelipe e aguarda o laudo de necropsia e também o exame tóxicológico para a conclusão do inquérito policial.