Representantes de cinco hospitais de Curitiba e Região Metropolita (Hospital Evangélico Mackenzie, Hospital Universitário Cajuru, Hospital Pequeno Príncipe, Hospital do Rocio e Hospital Angelina Caron) participaram nesta quinta-feira (08) de uma audiência pública, na Câmara Municipal de Curitiba, sobre os problemas encontrados no financeiro do atendimento diário aos pacientes do SUS. Juntas, as instituições calculam que devem fechar 416 leitos do SUS e demitir 1.794 profissionais de saúde. O déficit operacional mensal é de R$ 23,6 milhões.

Juliano Gaspareto, representante do Hospital Cajuru falou da realidade nos atendimentos. O pedido é para uma gestão compartilhada

Charles London, presidente da Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do Paraná (Femipa), afirmou que o problema não é de hoje, apesar do Paraná estar em uma situação melhor que outros estados do país. Para ele a solução precisa ser imediata.

Beatriz Batistella Nadas, secretária municipal de saúde de Curitiba falou que a saúde anda em conformidade conforme os recursos destinados.

O tema já foi debatido outras vezes na Câmara Municipal de Curitiba e também na Assembleia Legislativa do Paraná. O pedido é para um reajuste de 20 a 30% dos contratos do SUS.