A Polícia Civil do Paraná (PCPR) indiciou a proprietária do trio elétrico e mais três pessoas pela morte da DJ Laurize Oliveira e Ferreira, de 43 anos. A tragédia aconteceu durante a Parada da Diversidade em Curitiba, no dia 15 de novembro de 2022.

A delegada Camila Cecconello, responsável pelo inquérito, apontou que a empresa do trio elétrico Águia apresentou documentos com informações falsas para obter licenças e que a altura do veículo era superior ao permitido por lei.

Em uma imagem divulgada pela polícia, é possível ver o momento em que o trio elétrico onde estava Laurize passa pela fiação na Avenida Cândido de Abreu. As pessoas se abaixam para passar, e a DJ, que estava na parte de trás é derrubada pela fiação e cai.

Os indiciados vão responder pelo crime de homicídio doloso, quando se assume o risco de matar. De acordo com as investigações, eles teriam tido a licença negada pela prefeitura de Curitiba e o documento obtido com o Departamento de Estradas e Rodagens (DER) do Paraná teria sido emitido com base em informações falsas. O inquérito policial agora será remetido ao Ministério Público.

A CBN Curitiba tentou contato com a empresa do Trio Elétrico Àguia, mas não obteve retorno.