Alimentos, bebidas, vestuário, medicamentos, eletroeletrônicos. Desde esta segunda-feira (13) está tudo mais caro no Paraná, isso porque o estado aumentou a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias ou Serviços (ICMS) sobre produtos de 18% para 19%.

A medida é justificada pelo governo do estado como auxílio para aumentar a arrecadação. A previsão é de que o caixa do Paraná aumente R$ 800 milhões por ano.

Para o economista Claudio Shimoyama o que mais vai pesar no bolso dos paranaenses é a alimentação, exceto os itens da cesta básica.

Em segundo lugar os medicamentos. Quem faz tratamento médico vai ter que refazer as contas. As roupas também terão aumento.

A orientação do economista é pesquisar e priorizar o essencial.

De acordo com a Secretaria de Estado da Fazenda o Paraná deixou de receber mais de R$ 3 bilhões de agosto a dezembro de 2022 com a redução da alíquota do ICMS sobre combustíveis, energia elétrica e comunicações. Isso por conta da desoneração fiscal imposta pelo governo federal no ano passado.