CBN Curitiba - A rádio que toca notícia Informativo da Rádio CBN Curitiba Wed, 19 Jun 2013 09:18:13 -0300 Zend_Feed_Writer 1.11.12 (http://framework.zend.com) http://www.cbncuritiba.com.br A força da internet Wed, 19 Jun 2013 09:18:13 -0300 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11566 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11566 As novas tecnologias mudaram o mundo em dois aspectos: o acesso à informação e a comunicação fácil com gente de todo o planeta.
As redes sociais deram organização a essa avidez por saber, por se relacionar e por emitir opinião.
Gradativamente, formaram-se consensos em torno de quesitos cruciais para o desenvolvimento moral e material das sociedades, como: a honestidade dos homens públicos, a necessidade de o governo não gastar mais do que arrecada e de aplicar bem o suado dinheiro dos impostos, a prioridade de cuidar de gente como gente, com educação, saúde e segurança condizentes e, acima de tudo, de não tratar o povo como idiota.
Mesmo assim, governos continuam a administrar gente do século atual com métodos do século passado.
Pois é, a tal da opinião pública não está mais representada no Governo, nem no Congresso, nem na mídia, mas na Internet, nas redes sociais e é daí que está surgindo a nação que queremos.
O que constitui uma nação não é falar a mesma língua, pertencer ao mesmo grupo étnico ou morar no mesmo espaço geográfico. O que faz uma nação é ter realizado grandes coisas no passado e querer seguir realizando-as no futuro. 
As novas tecnologias mudaram o mundo em dois aspectos: o acesso à informação e a comunicação fácil com gente de todo o planeta.

As redes sociais deram organização a essa avidez por saber, por se relacionar e por emitir opinião.

Gradativamente, formaram-se consensos em torno de quesitos cruciais para o desenvolvimento moral e material das sociedades, como: a honestidade dos homens públicos, a necessidade de o governo não gastar mais do que arrecada e de aplicar bem o suado dinheiro dos impostos, a prioridade de cuidar de gente como gente, com educação, saúde e segurança condizentes e, acima de tudo, de não tratar o povo como idiota.

Mesmo assim, governos continuam a administrar gente do século atual com métodos do século passado.

Pois é, a tal da opinião pública não está mais representada no Governo, nem no Congresso, nem na mídia, mas na Internet, nas redes sociais e é daí que está surgindo a nação que queremos.

O que constitui uma nação não é falar a mesma língua, pertencer ao mesmo grupo étnico ou morar no mesmo espaço geográfico. O que faz uma nação é ter realizado grandes coisas no passado e querer seguir realizando-as no futuro. 

Por Renato Follador
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1958: O maior acidente aéreo do Paraná Wed, 19 Jun 2013 09:18:13 -0300 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11565 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11565 Há 50 anos
Dante Mendonça
No dia 16 de junho de 1958, o primeiro grande acidente aéreo do Paraná vitimou o então senador e ministro da Justiça Nereu de Oliveira Ramos, o governador de Santa Catarina, Jorge Lacerda, e o deputado federal Leoberto Leal. Curitiba parou perplexa e Santa Catarina até hoje lamenta o acidente que transfigurou sua história.
No dia seguinte, o jornal O Estado do Paraná publicou: “Curitiba, na tarde de ontem, viveu a dolorosa sensação de uma tremenda catástrofe aérea, pois, pela primeira vez, um grande avião de passageiros aqui encontrou o seu trágico fim”.
“O avião e seu drama”, contava este jornal: “Procedente de Porto Alegre, com escala em Florianópolis, o avião prefixo PP-CEP, Convair 840, da Cruzeiro do Sul, cruzava os céus de Curitiba após as 17 horas, à espera do “pode” da torre de controle do aeroporto Afonso Pena, pois o tempo se apresentava muito nublado, acompanhado de forte temporal, com teto, pois, praticamente nulo”.
O avião da Cruzeiro, pilotado pelo comandante Licínio Correia Dias, caiu num local chamado Capão do Cerrado, próximo à Colônia Muricy, em São José dos Pinhais, a 30 quilômetros de Curitiba.
Quase noite, às 17h55, o comandante Licínio pediu o pouso de emergência. Não foi autorizado. Noite escura, eram 18h55 quando o Convair 840 foi ao chão. O ex-presidente da República (que assumiu depois da morte de Getúlio Vargas) Nereu Ramos teria outra sorte, caso a torre de controle não tivesse dado preferência à decolagem de outra aeronave, forçando o PP-CEP a rondar os céus de Curitiba, sem autorização de pouso. Com destino ao Rio de Janeiro, então Capital da República, 18 passageiros embarcaram em Porto Alegre, e quatro em Florianópolis. Oito salvaram-se. Quatorze morreram, junto com cinco tripulantes. Entre eles o padre Osvaldo Gomes, um dos fundadores do Colégio Nossa Senhora Medianeira.
Entre mortos e feridos, um dos passageiros foi seqüestrado. A razão do seqüestro foi estampada nas primeiras páginas dos jornais O Estado do Paraná e Tribuna do Paraná: “Em nossa redação um dos sobreviventes!”.
O seqüestrador foi o repórter Osmar (Chiquinho) Zimmermann. Oriundo de uma família de gráficos, Chiquinho começou na Editora O Estado do Paraná como linotipista, passou a diagramador e depois repórter. Posteriormente chegou a ser o vereador mais votado de Cascavel, onde faleceu. Naquela noite, assim que a notícia da queda do avião chegou à redação, o repórter correu para São José dos Pinhais e foi o único a ouvir o sobrevivente Orestes José de Souza, natural de Curitibanos (SC): “Poucos minutos antes do acidente, o deputado Leoberto Leal passou por mim e disse que estranhava a demora.
Em seguida, foi sentar-se junto ao senador Nereu Ramos, que viajava na frente, próximo ao governador Lacerda. Tinha muita cerração, nenhuma visibilidade. Senti um choque. Deu a impressão que o avião se encolhia. Ouvi muito gritos de desespero, pedidos de socorro, na escuridão alguém dizia para não acender fósforos para não provocar explosão. Cinco saíram antes de mim, fui o último a sair dos destroços”.
Orestes José de Souza perdeu o relógio e andou um quilômetro e meio, sob chuva 
e ventania, até encontrar uma casa onde foi chamado um táxi. Junto veio o repórter Chiquinho Zimmermann, que o seqüestrou.
Para esconder o sobrevivente da concorrência, que no dia seguinte o daria como morto, Chiquinho levou Orestes direto para a redação do jornal.
Depois de garantido o furo de reportagem, a vítima foi hospedada no Hotel Ferroviário, na Avenida Barão do Rio Branco, próximo ao jornal.
“Amanhecendo coberta de luto, a população curitibana acorreu em massa ao Palácio Iguaçu”, para velar os ilustres catarinenses. De Paranaguá, onde nasceu o governador de Santa Catarina, veio uma coroas de flores:
“A Jorge Lacerda, a gratidão e a saudade de Paranaguá”. Nos jornais, junto às fotos da tragédia, os cines Ópera e Arlequim anunciavam a estréia do maior filme do mundo, com quatro horas de projeção, inteiramente em technicolor: “E o vento levou…”
Há 50 anos
Dante Mendonça

No dia 16 de junho de 1958, o primeiro grande acidente aéreo do Paraná vitimou o então senador e ministro da Justiça Nereu de Oliveira Ramos, o governador de Santa Catarina, Jorge Lacerda, e o deputado federal Leoberto Leal. Curitiba parou perplexa e Santa Catarina até hoje lamenta o acidente que transfigurou sua história.

No dia seguinte, o jornal O Estado do Paraná publicou: “Curitiba, na tarde de ontem, viveu a dolorosa sensação de uma tremenda catástrofe aérea, pois, pela primeira vez, um grande avião de passageiros aqui encontrou o seu trágico fim”.

O avião e seu drama”, contava este jornal: “Procedente de Porto Alegre, com escala em Florianópolis, o avião prefixo PP-CEP, Convair 840, da Cruzeiro do Sul, cruzava os céus de Curitiba após as 17 horas, à espera do “pode” da torre de controle do aeroporto Afonso Pena, pois o tempo se apresentava muito nublado, acompanhado de forte temporal, com teto, pois, praticamente nulo”.

O avião da Cruzeiro, pilotado pelo comandante Licínio Correia Dias, caiu num local chamado Capão do Cerrado, próximo à Colônia Muricy, em São José dos Pinhais, a 30 quilômetros de Curitiba.

Quase noite, às 17h55, o comandante Licínio pediu o pouso de emergência. Não foi autorizado. Noite escura, eram 18h55 quando o Convair 840 foi ao chão. O ex-presidente da República (que assumiu depois da morte de Getúlio Vargas) Nereu Ramos teria outra sorte, caso a torre de controle não tivesse dado preferência à decolagem de outra aeronave, forçando o PP-CEP a rondar os céus de Curitiba, sem autorização de pouso. Com destino ao Rio de Janeiro, então Capital da República, 18 passageiros embarcaram em Porto Alegre, e quatro em Florianópolis. Oito salvaram-se. Quatorze morreram, junto com cinco tripulantes. Entre eles o padre Osvaldo Gomes, um dos fundadores do Colégio Nossa Senhora Medianeira.

Entre mortos e feridos, um dos passageiros foi seqüestrado. A razão do seqüestro foi estampada nas primeiras páginas dos jornais O Estado do Paraná e Tribuna do Paraná: “Em nossa redação um dos sobreviventes!”.

O seqüestrador foi o repórter Osmar (Chiquinho) Zimmermann. Oriundo de uma família de gráficos, Chiquinho começou na Editora O Estado do Paraná como linotipista, passou a diagramador e depois repórter. Posteriormente chegou a ser o vereador mais votado de Cascavel, onde faleceu. Naquela noite, assim que a notícia da queda do avião chegou à redação, o repórter correu para São José dos Pinhais e foi o único a ouvir o sobrevivente Orestes José de Souza, natural de Curitibanos (SC): “Poucos minutos antes do acidente, o deputado Leoberto Leal passou por mim e disse que estranhava a demora.
Em seguida, foi sentar-se junto ao senador Nereu Ramos, que viajava na frente, próximo ao governador Lacerda. Tinha muita cerração, nenhuma visibilidade. Senti um choque. Deu a impressão que o avião se encolhia. Ouvi muito gritos de desespero, pedidos de socorro, na escuridão alguém dizia para não acender fósforos para não provocar explosão. Cinco saíram antes de mim, fui o último a sair dos destroços”.

Orestes José de Souza perdeu o relógio e andou um quilômetro e meio, sob chuva e ventania, até encontrar uma casa onde foi chamado um táxi. Junto veio o repórter Chiquinho Zimmermann, que o seqüestrou.
Para esconder o sobrevivente da concorrência, que no dia seguinte o daria como morto, Chiquinho levou Orestes direto para a redação do jornal.

Depois de garantido o furo de reportagem, a vítima foi hospedada no Hotel Ferroviário, na Avenida Barão do Rio Branco, próximo ao jornal.
“
Amanhecendo coberta de luto, a população curitibana acorreu em massa ao Palácio Iguaçu”, para velar os ilustres catarinenses. De Paranaguá, onde nasceu o governador de Santa Catarina, veio uma coroas de flores: A Jorge Lacerda, a gratidão e a saudade de Paranaguá”. Nos jornais, junto às fotos da tragédia, os cines Ópera e Arlequim anunciavam a estréia do maior filme do mundo, com quatro horas de projeção, inteiramente em technicolor: “E o vento levou…”
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Deputados classificam protestos como tapas de luva na própria cara Wed, 19 Jun 2013 09:18:13 -0300 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11564 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11564 “O protesto tem pouca chance de produzir mudança”, diz especialista sobre movimento em Curitiba A manifestação que reuniu 10 mil ...]]> Wed, 19 Jun 2013 09:18:13 -0300 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11563 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11563 A manifestação que reuniu 10 mil pessoas em Curitiba tem pouca capacidade de gerar mudança. A opinião é de uma especialista em mobilização política que aponta o protesto como eficiente para chamar atenção, mas não criar diálogo.

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Rossoni nega pressão dos colegas, mas reafirma que vai divulgar salários na internet Wed, 19 Jun 2013 09:18:13 -0300 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11560 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11560 Morador de Almirante Tamandaré é preso por plantar maconha em casa O veterinário Rogério Strada, de ...]]> Wed, 19 Jun 2013 09:18:13 -0300 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11559 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11559 O veterinário Rogério Strada, de 43 anos, foi preso na própria casa na área rural de Almirante Tamandaré, região metropolitana de Curitiba, por ter uma plantação de maconha. 

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Oposição afirma que Paraná pode perder mais de R$ 130 milhões em repasses federais A oposição na Assembleia afirma q...]]> Wed, 19 Jun 2013 09:18:13 -0300 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11558 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11558 A oposição na Assembleia afirma que o governo estadual pode perder mais de R$ 130 milhões em repasses federais. O dinheiro seria aplicado no sistema penitenciário, mas pode não chegar por falta de um projeto. 

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Comissão dos Direitos da Mulher contraria ativistas Wed, 19 Jun 2013 09:18:13 -0300 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11557 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11557 Especialistas ainda tentam explicar onda de protestos Wed, 19 Jun 2013 09:18:13 -0300 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11556 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11556